Quinta, 2 de outubro de 2008, 14h12 Músico americano cede trilha para a Neogama |
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O trabalho de criação idealizado para o Banco do Planeta pela NEOGAMA/BBH ganhou apoios de peso. O compositor e músico americano Philip Glass cedeu os direitos autorais para a trilha sonora, por 3 meses, do vídeo com a descrição de todo o case.
Além de Glass, o grupo instrumental brasileiro UAKTI, que executa a música "Madeira River", de Glass, também abriu mão da cobrança de direitos, bem como a Editora Dunvagem Music Publishing/EMI MusicPublishing e a Gravadora DECCA/Universal, por se tratar de um projeto em prol da sustentabilidade.
Foram 4 meses de consultas e conversas até que os artistas e empresas avaliassem o projeto e a iniciativa e oferecessem graciosamente ceder os direitos autorais, que são exclusivos para veiculação no YouTube.
O Banco do Planeta, que é o primeiro exemplo concreto de uma idéia estratégica de sustentabilidade de grande amplitude criada por uma agência no Brasil, foi idealizado por Alexandre Gama, presidente da Neogama/BBH, em meados de 2007 e aprovado e implementado por Luca Cavalcanti, diretor de Marketing do Bradesco.
Neste mês de outubro o Banco do Planeta completa 1 ano de existência, e de lá para cá já investiu mais de 200 milhões em ações socio-ambientais e criou, principalmente, o maior projeto privado de apoio à Amazônia: a Fundação Amazonas Sustentável, em parceria com o Governo do Amazonas.
"O criativo e a agência têm que estudar a questão da sustentabilidade com honestidade e profundidade, para só aí propor ações adequadas às empresas que vão implementá-las", diz Alexandre Gama. "Só conhecendo em profundidade a questão e o cliente, como no caso do Bradesco, pudemos criar uma idéia em linha com o DNA e o planejamento do banco. Abordar a sustentabilidade como questão "humanitária" é um simplismo e um reducionismo que mantêm a questão na esfera do ajudar e do remediar, o que é apenas trabalhar nos sintomas. O que precisamos mesmo é gerar idéias que mudem as causas desses sintomas. E essas idéias não são idéias de anúncios, filmes ou propaganda apenas. Elas têm que ser de novos produtos, negócios, serviços, processos e consumo baseados na sustentabilidade. Como fizemos com o Banco do Planeta", completa.