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O diretor de Projetos e Serviços da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Horácio Cata Preta, informou que este ano o setor passou por uma série de dificuldades. "Todas as votações da Reforma Previdenciária e a própria reforma tributária, que ainda está em andamento, deixou o mercado parado.
O que tivemos de positivo no mercado securitário foi o crescimento das carteiras de vida e previdência", disse o executivo. Para Cata Preta, o brasileiro parece estar apostando no futuro e guardando dinheiro.
"Ele olha para a previdência oficial e percebe que não vê um futuro tranqüilo com ganhos apenas da previdência, daí o sucesso do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e do Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), juntamente com os produtos tradicionais de vida e previdência, que alavancaram o setor, além os seguros de proteção patrimonial," disse.
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