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A transparência e o acompanhamento da gestão dos fundos de previdência complementar criados para o funcionalismo público com a reforma do setor é o melhor conselho que especialistas no assunto podem dar aos servidores, preocupados com a possibilidade de não receberem os recursos acumulados na data da aposentadoria.
O funcionalismo se diz preocupado com o risco - adicional à possibilidade de insolvência de qualquer regime de previdência privada - da aplicação dos recursos por parte de administrações governamentais.
Para o ex-ministro da Previdência Social José Cechin, mesmo ligados à administração pública e com preferência de gestão por bancos estatais, os fundos têm de ter caráter privado, e estar sujeitos às mesmas regras que regem os atuais sistemas de previdência complementar.
"Têm que haver regras de aplicação dos recursos, como têm todos os fundos de pensão, aplicadas e fiscalizadas por órgãos independentes", afirma, ao acrescentar que o sistema de aposentadoria complementar envolve riscos em todos os lugares do mundo.
"Como em qualquer regime, a defesa contra o mau uso dos recursos desse fundo é a vigilância de quem participa deles", diz Cechin.Leia mais sobre esse assunto ao longo do dia.
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