
Atualizada às 20h13 Arnaldo Comin
Especial para o Terra
Prática comum no mercado publicitário, o recrutamento de um grande número de agências em processos de seleção é amplamente criticado pelo mercado. A limitação do número de candidatas em seleções privadas foi um dos pontos defendidos nesta segunda-feira, na "Comissão de Licitações e Concorrências Privadas", que ocorreu no 4º Congresso Brasileiro de Publicidade.
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Brasileiro de Publicidade
"Como consultor independente, já testemunhei concorrências que chamaram mais de 60 agências, algo totalmente absurdo. O 'shortlist' desses processos não deveria ter mais do que três ou quatro candidatas", afirmou Sérgio Guerreiro, da SPGA, especializada na condução de concorrências para o mercado privado.
O presidente do Conselho de Ética da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap), Geraldo Alonso, propõe que se estipule um teto de cinco agências. "Os anunciantes também devem elaborar briefings claros e objetivos, além de remunerar as agências perdedoras pelo tempo e dinheiro despendidos no processo", defendeu Alonso.
Redação Terra
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