
Arnaldo Comin
Especial para o Terra
Vice-presidende criação da Fischer América e jurado na categoria Radio, Flávio Casarotti acredita que o Brasil inscreveu bons trabalhos para este tipo de mídia, embora em pouca quantidade. "O Brasil inscreveu poucos trabalhos nessa categoria, mas o lado positivo é que eles são razoavelmente bons, até onde eu pude ver".
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Poucas categorias são capazes de oferecer um mosaico cultural tão variado como a Radio Lions. Fortemente amparada na cultura local, este tipo de mídia costuma ter aplicações muito distintas de país para país, o que tem beneficiado a publicidade anglo-saxã, que domina a premiação desde seu surgimento em 2005, pelo entendimento mais universal.
Esse motivo faz com que países como o Brasil participem de maneira mais tímida, por avaliar que são poucas as chances de prêmios. De fato, no ano passado, o País conquistou apenas um Leão de Bronze, de um total de 74 inscrições. Em 2008, o número de peças nacionais é de 77, fazendo do rádio uma das categorias com menor número de entradas brasileiras.
Dadas as peculiaridades da categoria, Casarotti acredita que até pequenas produções têm chance de conquistar prêmios.
"A produção é muito diversificada, a quantidade de emissoras espalhadas pelo mundo é enorme e podemos encontrar pequenas produções de excelente qualidade em qualquer lugar", acredita.
Redação Terra
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